E, depois de anos, implosões e recomeços. Dos ajustes, dos remendos (e as maquiagens)…
As sub-repetícias ilusões, as sub-repetícias desilusões, a cara lívida, de novo, um pouco mais humana e sensível que ontem.
Como que, pressentindo a queda, o que muda com o tempo é só o tempo…
…de reação.
Dói diferente, mas dói;
Cansa diferente, mas cansa.
Como um
c
a
i
r de pé, os tendões querendo afrouxar, mas não.
Caleja…
Caleja…
Caleja…
Para aceitar que a vida é simples e cruel, é simples e fantástica, é simples e o que conseguirmos fazer dela.
E, depois de anos, depois de tudo, eis o grande prêmio, eis o que havíamos pressentido aos berros em algum lugar da primeira infância: a lógica de causa-efeito mais banal que possa existir.
[Do It, Lenine]
Deise
22 outubro, 2010
Esse texto é o meu favorito, pois para mim tem meio que um anúncio, uma ruptura. Parece que a mudança que o texto anuncia é grande, ao ponto de não se conter na palavra dita, mudando também na forma de dizer.
Continue escrevendo.
Beijos!
P.S. Gostei do novo layout. Saímos do obscurantismo de outrora, algo se iluminou! rsrs